sábado, 30 de outubro de 2010
NEM TUDO É FÁCIL
É difícil fazer alguém feliz,
assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo,
assim como é fácil não dizer nada.
É difícil valorizar um amor,
assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje,
assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir,
assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém,
assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão?
Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar?
Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir?
Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas?
Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...
Mas, com certeza, nada é impossível...
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
MAIS VALE DAR DO QUE RECEBER
Na Terra Santa, há dois lagos alimentados pelo mesmo rio: o Rio Jordão.
Ficam situados a uns quilômetros de distância um do outro.
Mas ambos possuem características bem distintas entre si.
Um é o Lago de Genesaré, também conhecido como Mar da Galiléia ou Lago de Tiberíades.
O outro é o chamado "Mar Morto".
O primeiro é azul, cheio de vida e de contrastes, de calma e de ondas.
Nas suas margens, refletem-se delicadamente as flores amarelas dos seus belíssimos prados.
O Mar Morto é uma lagoa densa e de água salgada, em que não há vida.
A água que vem do rio, ali fica estagnada.
Que é que faz destes dois lagos, alimentados pelo mesmo rio, lagos tão diferentes?
Simplesmente isto:
O Lago de Genesaré transmite generosamente o que recebe.
A sua água, quando chega ali, parte de imediato para remediar a seca dos campos.
Sacia a sede dos homens e dos animais.
É uma água altruísta.
A água do Mar Morto estagna-se. Adormece. É salgada. Mata.
É uma água egoísta, estagnada, inútil.
Com as pessoas, passa-se o mesmo.
As que vivem com generosidade (Ágape), a dar-se e a oferecer-se aos outros, essas vivem e fazem viver.
As pessoas que, com egoísmo, recebem, guardam e não dão, são como água estagnada, que morre e causa
a morte à sua volta.
Muitas pessoas parecem-se com o Mar Morto: só recebem, acumulam, não se dão e assim constroem uma vida
amarga, desgraçada e infeliz.
Há outros, porém, Ágape que dão e se oferecem a si mesmos com generosidade e sem esperar recompensa…
Estes são as pessoas mais felizes do nosso mundo.
Quanto mais nos damos, mais recebemos.
Quanto menos partilhamos do que é nosso, mais pobres nos tornamos.
O que acumula apenas para si, chama desesperadamente pela infelicidade.
O que partilha, esse abre a porta à felicidade.
Ficam situados a uns quilômetros de distância um do outro.
Mas ambos possuem características bem distintas entre si.
Um é o Lago de Genesaré, também conhecido como Mar da Galiléia ou Lago de Tiberíades.
O outro é o chamado "Mar Morto".
O primeiro é azul, cheio de vida e de contrastes, de calma e de ondas.
Nas suas margens, refletem-se delicadamente as flores amarelas dos seus belíssimos prados.
O Mar Morto é uma lagoa densa e de água salgada, em que não há vida.
A água que vem do rio, ali fica estagnada.
Que é que faz destes dois lagos, alimentados pelo mesmo rio, lagos tão diferentes?
Simplesmente isto:
O Lago de Genesaré transmite generosamente o que recebe.
A sua água, quando chega ali, parte de imediato para remediar a seca dos campos.
Sacia a sede dos homens e dos animais.
É uma água altruísta.
A água do Mar Morto estagna-se. Adormece. É salgada. Mata.
É uma água egoísta, estagnada, inútil.
Com as pessoas, passa-se o mesmo.
As que vivem com generosidade (Ágape), a dar-se e a oferecer-se aos outros, essas vivem e fazem viver.
As pessoas que, com egoísmo, recebem, guardam e não dão, são como água estagnada, que morre e causa
a morte à sua volta.
Muitas pessoas parecem-se com o Mar Morto: só recebem, acumulam, não se dão e assim constroem uma vida
amarga, desgraçada e infeliz.
Há outros, porém, Ágape que dão e se oferecem a si mesmos com generosidade e sem esperar recompensa…
Estes são as pessoas mais felizes do nosso mundo.
Quanto mais nos damos, mais recebemos.
Quanto menos partilhamos do que é nosso, mais pobres nos tornamos.
O que acumula apenas para si, chama desesperadamente pela infelicidade.
O que partilha, esse abre a porta à felicidade.
Assinar:
Comentários (Atom)